De acordo com os médicos, ainda não existe cura para essa falta de armazenamento de glicogênio – principal substância que dá energia para as células, encontrada principalmente nos músculos e no fígado.
A doença, que atinge uma em 3 milhões de pessoas, ocorre quando o paciente tem um defeito em uma das enzimas que ajudam a formar ou liberar o glicogênio quando necessário, como em uma atividade física ou entre as refeições.
No caso de Holly, que vive em Doncaster, condado de South Yorkshire, a deficiência foi diagnosticada aos 2 anos de idade, quando ela desmaiou e um vizinho precisou ressuscitá-la.
Cada copo de leite frio que a menina toma tem quase 500 ml e é ingerido com cinco colheres de sopa de farinha, que contém amido, o que provoca uma liberação lenta de energia – principalmente durante a noite. Entre as refeições, ela come chocolate e outros doces com bastante açúcar.
A mãe de Holly, Karen Shaw, de 35 anos, já gastou mais de R$ 6.500 em leite desde que o tratamento começou, há três anos. Segundo ela, a filha poderia beber refrigerante em vez de leite, mas a menina não gosta de bebidas adoçadas.
Os níveis de energia no sangue de Holly são monitorados o tempo todo, e ela precisa ser acordada a cada duas horas à noite para ingerir algo. Quando a criança crescer, deve precisar ainda mais de leite e energia.
Holly vive com a mãe, o padrasto e dois irmãos, e tenta levar uma vida normal, apesar do problema.
Fonte: G1
Cada copo de leite frio que a menina toma tem quase 500 ml e é ingerido com cinco colheres de sopa de farinha, que contém amido, o que provoca uma liberação lenta de energia – principalmente durante a noite. Entre as refeições, ela come chocolate e outros doces com bastante açúcar.
A mãe de Holly, Karen Shaw, de 35 anos, já gastou mais de R$ 6.500 em leite desde que o tratamento começou, há três anos. Segundo ela, a filha poderia beber refrigerante em vez de leite, mas a menina não gosta de bebidas adoçadas.
Os níveis de energia no sangue de Holly são monitorados o tempo todo, e ela precisa ser acordada a cada duas horas à noite para ingerir algo. Quando a criança crescer, deve precisar ainda mais de leite e energia.
Holly vive com a mãe, o padrasto e dois irmãos, e tenta levar uma vida normal, apesar do problema.
Fonte: G1
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