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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Sequestrador de mulheres de Cleveland é condenado à prisão perpétua

Ariel Castro, 52, é condenado à prisão perpétua e mais mil anos de prisão por sequestro de mulheres em ClevelandO ex-motorista de ônibus Ariel Castro foi condenado nesta quinta-feira à prisão perpétua e mais mil anos de prisão por sequestrar três mulheres por mais de dez anos e mantê-las em cativeiro no porão de uma casa em Cleveland, nos Estados Unidos.
O sequestrador foi preso em 6 de maio, após a polícia libertar Amanda Berry, 27, Georgina DeJesus, 23, e Michelle Knight, 32, que foram capturadas entre 2002 e 2004. Ele foi considerado culpado por 937 acusações, dentre elas sequestro, estupro, agressão e homicídio qualificado por ter provocado um aborto.
 
Antes da divulgação da sentença, Castro, que se declarou culpado para fugir da pena de morte, disse que não é uma pessoa violenta e que suas vítimas pediram por sexo. "Eu não sou um monstro. Eu estou doente. Acho que também sou uma vítima", afirmou.
Ele ainda relatou ser um viciado em sexo, que sofreu abusos sexuais quando era jovem e era dependente de pornografia.
Durante a leitura da sentença, o juiz Michael Russo disse que a sentença foi "proporcional ao dano que você fez". "Uma pessoa só pode morrer na prisão uma vez", explicou o magistrado, sobre sua decisão de incluir mais mil anos à pena de prisão perpétua.
A única das vítimas que esteve no tribunal foi Michelle Knight, a que ficou mais tempo em cativeiro, desde 2002. Em depoimento, ela disse que, enquanto a vida dela estava apenas começando, a de seu algoz havia terminado.
"Você me roubou 11 anos da minha vida, e agora eu consegui recuperá-los. Passei 11 anos no inferno. Agora seu inferno está só começando. Eu vou superar tudo o que aconteceu, mas você vai passar por esse inferno eternamente".
COMOÇÃO
A revelação da situação vivida pelas três jovens sequestradas entre 2002 e 2004 chocou os Estados Unidos. Segundo a polícia, as três moravam em um porão e frequentemente eram acorrentadas, estupradas e agredidas.
Knight disse que ficou grávida quatro vezes e que, em todas elas, foi obrigada a abortar. Já Amanda Berry teve uma filha com Castro, que também foi encontrada pela polícia na saída do cativeiro e hoje tem seis anos.
Um relatório da polícia revelou detalhes como o parto de Berry em uma piscina inflável no dia 25 de dezembro de 2006, ajudada por Knight, que, ameaçada de morte por Castro, salvou a recém-nascida realizando respiração boca a boca.
As mulheres disseram que permaneceram acorrentadas no porão durante seus primeiros anos de cativeiro, mas que depois receberam permissão para viver no segundo andar da casa, sem correntes, mas reclusas.
As três foram libertadas após Berry tentar sair da casa e falar com um vizinho, em 6 de maio. Em seguida, ela ligou para a polícia e libertou sua filha e as duas outras sequestradas. Minutos depois, Castro foi preso.
 
 
 
 
Folha.

Ufopa - Loja de BOMBONS ganha licitação para tirar cópias na Universidade

Segundo informações, a Empresa BOMBOM BOM BOM - Comércio de Gêneros Alimentícios LTDA, registrada sob o CNPJ nº 10.940.979/0001-31 venceu a disputa da licitação que autoriza a empresa a prestar serviços de impressão e cópia dentro da Universidade Federal do Oeste do Pará.
 
De acordo com o que foi repassado ao Blog do Elielson Rezende, existe uma empresa que presta serviços há mais de 10 anos no local e foi desclassificada em Pregão Online por oferecer um preço entendido como "muito baixo".
 
O que será dos alunos e professores de agora em diante?
 
Ao invés de impressões e cópias das apostilas, os alunos receberão bombons de chocolate?
 
Vamos aguardar para a confirmação deste fato.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Fiscalização flagra paciente morrendo em chão de hospital no AP

Uma vistoria realizada pelo Conselho Regional de Medicina do Amapá (CRM-AP) e Sindicato dos Médicos do Amapá (Sindmed-AP) nesta terça-feira (30), no Hospital de Emergências de Macapá, flagrou o momento em que um paciente é atendido no chão da UTI semi-intensiva da instituição, após uma parada cardíaca.
A tentativa de reanimação acontece no chão mesmo, entre as macas. Com a sala lotada e sem leito, médicos e enfermeiros chegam a fazer o procedimento de primeiros socorros, mas instantes depois, a vítima morre.
Além desse, outros casos de atendimento precário foram registrados durante a inspeção dos profissionais. A equipe constatou diversas irregularidades como superlotação e falta de equipamentos no HE, e na Unidade Básica de Saúde Lélio Silva, no bairro Buritizal.
A ação faz parte da mobilização nacional da categoria iniciada nesta terça-feira, contra a implantação do programa 'Mais Médicos' do Governo Federal. O presidente do CRM-AP, Dorimar Santos, é contra a medida provisória, e aponta que a solução para a saúde no Amapá, "não é o acréscimo do número de profissionais, mas sim a disponibilidade de condições adequadas de trabalho para a categoria", protestou.
O vice-presidente do Sindmed-AP, Joel Brito, caracterizou a situação do HE como desumana.

Regiclaudio Silva, diretor do Hospital de Emergências (Foto: John Pacheco/G1)
Regiclaudio Silva, diretor do Hospital de
Emergências (Foto: John Pacheco/G1)
O diretor do HE, Regiclaudio Silva, justificou o atendimento de urgência no chão como uma medida necessária. "Por ser um hospital de pronto atendimento, temos que atender todos que chegam. Na UTI semi-intensiva temos capacidade para 4 pacientes. No momento em que chegou a vítima todos os leitos estavam lotados", explicou.
O diretor do HE disse ainda que as fiscalizações do CRM-AP devem ficar atentas não só ao que o governo oferece como condição de trabalho, mas também ao comportamento dos próprios médicos. "A saúde precisa ser despolitizada", ressaltou.
A fiscalização dos médicos foi registrada em vídeos e fotos, e o material foi cedido à imprensa nesta quarta-feira (31).

Pacientes aguardam no corredor do Hospital de Emergência em Macapá (Foto: Divulgação/CRM-AP)Pacientes aguardam no corredor do Hospital de Emergências em Macapá (Foto: Divulgação/CRM-AP)
 
O conselho destacou ainda, a falta de profissionais e equipamentos na UTI semi-intensiva do hospital. "A situação da saúde que é ofertada hoje ao paciente no Amapá é degradante. No estado, temos a saúde pública como principal forma de atendimento, e se isso falha, toda a população fica em risco", lamentou o neurologista Dorimar Santos.

Hospital de Emergências de Macapá (Foto: Divulgação CRM)H
ospital de Emergências de Macapá
(Foto: Divulgação CRM)

Na UBS Lélio Silva, localizada no bairro Buritizal, a fiscalização constatou a falta de limpeza no local. A caixa d'água da unidade não tinha tampa, facilitando a contaminação da água. Havia mato no entorno do prédio da UBS.
As imagens serão enviadas para os Ministérios Públicos Federal e Estadual juntamente com um relatório sobre a situação encontrada pelos profissionais nas duas unidades de saúde.
No final da tarde desta quarta-feira, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgfou nota em que informa que "o caso exposto pelo CRM é o retrato da herança maldita que foi deixada pela gestão anterior, que não fez investimentos na área da saúde nos últimos 10 anos", diz a nota, acrescentando que "as obras dos hospitais de Santana e Oiapoque foram reiniciadas em 2011, requerendo grandes correções decorrentes de projetos mal elaborados".

Pacientes internados no corredor do HE em Macapá (Foto: Divulgação/CRM-AP)
Pacientes internados no corredor do HE em
Macapá (Foto: Divulgação/CRM-AP)

Em outro trecho, a nota diz que "o Hospital Metropolitano, de responsabilidade da Prefeitura de Macapá, que poderia desafogar o estrangulamento do 'Pronto Socorro Estadual', é um caso famoso de obra parada sem data para conclusão".
Ainda de acordo com a nota, "o Hospital de Emergência tem sua reforma e ampliação prevista nesse processo de reestruturação do SUS no Estado do Amapá, os projetos executivos estão na fase de finalização para sua licitação. No momento
estamos realizando uma obra emergencial para aumentar a capacidade de atendimento daquela unidade de saúde".
A nota diz ainda que "o material produzido pelo CRM visa atender a pauta nacional da
classe médica, sem considerar a dificuldade crônica de contratação de médicos para atuarem na Amazônia, a exemplo do maior concurso público da saúde realizado em 2011, que até hoje não teve a totalidade das vagas preenchidas".

Produtora anuncia show de Chiquinha do 'Chaves' no Brasil

Chiquinha manda recado para Brasil em vídeo de produtora (Foto: Divulgação/Z Generation)A produtora Z Generation anunciou show no Brasil da atriz mexicana María Antonieta de las Neves, que interpreta a Chiquinha do seriado "Chaves". Segundo a empresa, ela vai se apresentar em novembro. A atriz mandou recado para o Brasil em vídeo.
"A nossa amada Chiquinha, do seriado Chaves, se apresentará pela primeira vez no Brasil em novembro", escreveu a produtora Z Generation, em sua página no Facebook. A empresa é também a responsável pela turnê brasileira da atriz e modelo venezuelana Gaby Spanic, conhecida por ter estrelado a novela "A Usurpadora".
 
 
 
 
 
G1

terça-feira, 30 de julho de 2013

Dólar fecha em alta e volta a atingir a maior cotação do ano

O dólar fechou em alta ante o real nesta terça-feira (30) e voltou a alcançar o maior valor do ano. Com isso, a moeda se mantém no maior nível desde 1º de abril de 2009. Na segunda-feira (29) a moeda já tinha fechado na maior cotação de 2013.
 
O mercado está de olho na reunião do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) nesta quarta-feira, que definirá os rumos da política monetária dos Estados Unidos. Os investidores também repercutiram injeção do banco central da China de recursos nos mercados monetários, aliviando temores de outro aperto de crédito na segunda maior economia do mundo, diz a Reuters.
Investidores temem que o banco central dos Estados Unidos sinalize uma possível redução em seu programa de estímulo monetário, que tem garantido alta liquidez internacional e alimentado o apetite dos investidores por moedas de países emergentes.
"O mercado está alinhando com as moedas lá fora. Os investidores parecem estar buscando a segurança no dólar na vespera do Fomc [o comitê de política monetária do Fed]", afirmou um operador de câmbio de banco brasileiro à Reuters, que pediu anonimato.
"O país está com problema de fluxo, por isso começa a se acentuar a falta de dólares no mercado a vista", disse o diretor executivo da NGO Corretora, Sidnei Nehme, à Reuters.
No mês até o dia 19, o fluxo cambial estava negativo em US$ 2,484 bilhões, segundo dados do BC.
 
 
 
G1.

Obras das principais rodovias do PAC têm atraso médio de 4 anos

As principais obras de rodovias do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) registram atraso médio de quatro anos em relação à data inicialmente prevista de conclusão, segundo levantamento do G1 realizado com base em dados do Ministério do Planejamento, gestor do programa.
 
Entre o primeiro balanço do PAC, em abril de 2007, e o último, divulgado em junho deste ano (veja reportagem do Jornal Nacional no vídeo ao lado), os nove empreendimentos em rodovias apontados como "ações significativas" pelo Ministério do Planejamento apresentam média de atraso de 48 meses, segundo o levantamento. Essas nove obras integram o PAC 2 desde o lançamento, em março de 2010 – oito estão em andamento e uma foi concluída.

De acordo com os dados do ministério, há rodovias com atrasos de até seis anos, como é o caso do Arco Rodoviário do Rio de Janeiro (BR-493). A obra, segundo previsão dada em 2007 pelo governo, devia ter sido concluída em 2010. Com o lançamento do PAC 2, na gestão de Dilma Rousseff, a conclusão foi postergada para 2014. Agora, o prazo estabelecido pelo Planejamento é 31 de dezembro de 2016.
A cada balanço do PAC, o governo remarca as datas previstas de conclusão dos empreendimentos. Ainda que não tenha sido entregue na data marcada, a maior parte das obras recebe status de “adequada” porque passa a ser regida por um novo cronograma.
 
 
 
G1

PREGAÇÃO DE MARCO FELICIANO EM SANTARÉM DEIXA O POVO REVOLTADO

Vídeos mostram confusão em pregação de pastorO Jornal Tapajós teve acesso a vídeos que mostram os manifestantes sendo retirados do culto em comemoração aos 85 anos da igreja evangélica Assembleia de Deus, em Santarém, oeste do Pará, que contou com a pregação do pastor e presidente da Comissão dos Direitos Humanos na Câmara Federal, Marco Feliciano.
 
Uma pequena manifestação contra racismo e homofobia e contra o cargo ocupado pelo pastor se formou durante o evento.
 

Em meio a milhares de fieis, o pequeno grupo de universitários levantou a bandeira do movimento gay pedindo o fim do preconceito. Era o momento de pregação do pastor e deputado federal Marco Feliciano, que já causou muita polêmica ao criticar o homossexualismo. O clima ficou tenso quando os manifestantes começaram a cantar contra ele. Em imagens feitas com um telefone celular, o grupo discute com seguranças da igreja evangélica que tentavam afastar os manifestantes. Mais uma vez os manifestantes levantam a bandeira GLBT e protestam. Durante a pregação, o pastor faz uma pausa e pede a retirada dos manifestantes. Os policiais acatam o pedido do deputado e retiram os manifestantes do meio da multidão.

Três estudantes disseram terem sido agredidos fisicamente pelos seguranças e por policiais militares. A denúncia foi registrada na noite de segunda-feira (29), depois do protesto na seccional de Polícia Civil. O delegado responsável pelo caso, Tiago Rabelo, disse que a polícia já abriu inquérito para apurar os fatos e que já foi solicitado o exame de corpo de delito.

Para os manifestantes, a ação dos seguranças da igreja e da polícia foi abusiva e violenta.

O responsável pela segurança do evento, o pastor Edenilson Moura, informou por telefone que não foi contratado segurança particular por ser um evento religioso, e não viram a necessidade de seguranças, mas havia voluntários da igreja que estavam dando o apoio. A Igreja vai acompanhar o inquérito da Polícia Civil, mas não vai proceder contra os manifestantes.
 
 
 
Notapajós.

Chimpanzés ganham novos direitos nos EUA

Jane Goodall diz que foi uma epifania que a levou a deixar para trás seus pioneiros estudos de observação dos chimpanzés na natureza -que revelaram a complexidade social e emocional desses animais- e a embarcar numa vida de ativismo global.
Aquele momento aconteceu numa conferência há 27 anos e a levou a lançar uma campanha de proteção aos chimpanzés -os que estão na natureza e os que vivem em cativeiro.
Os ativistas que defendem os direitos animais conquistaram vitórias importantes no mês passado, quando duas agências dos Estados Unidos tomaram medidas que, juntas, podem chegar perto de sustar as experimentações médicas com chimpanzés.
Em 26 de junho, o Dr. Francis S. Collins, diretor dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH, na sigla em inglês), em Maryland, anunciou que mais de 300 dos 360 chimpanzés pertencentes ao NIH serão aposentados em santuários nos próximos anos.
O anúncio se seguiu à proposta, feita 15 dias antes pelo Serviço de Pesca e Vida Silvestre dos EUA (USFWS), de incluir os chimpanzés, inclusive os confinados, na lista de espécies ameaçadas de extinção. O plano aumenta as barreiras para a realização de experimentos com chimpanzés, ao exigir autorização para quase qualquer tipo de pesquisa médica com os animais, a não ser os que envolvam apenas observação ou exames que façam parte de consultas veterinárias normais. As permissões seriam dadas apenas quando as autoridades considerassem que a pesquisa em questão seria benéfica aos chimpanzés.
Goodall escreveu sobre seus estudos com chimpanzés ao longo de anos no livro "The Chimpanzees of Gombe: Patterns of Behavior" (Os chimpanzés de Gombe: Padrões de comportamento).
Leah Nash/The New York Times
Agências de pesquisas decidiram reduzir o uso de chimpanzés em pesquisas; santuário em Seattle
Agências de pesquisas decidiram reduzir o uso de chimpanzés em pesquisas; santuário em Seattle
"Sempre senti que eu não tinha as credenciais necessárias para enfrentar alguns desses profissionais de laboratório, com seus aventais brancos", comentou recentemente, falando de sua casa na Tanzânia. Mas, depois de publicar seu livro, ela passou a ter mais autoconfiança.
Nos últimos anos, enquanto grupos de defesa do bem-estar animal travavam uma forte e pragmática campanha contra experimentos invasivos, como sujeitar chimpanzés a vacinas e tratamentos contra doenças humanas, Goodall teve conversas ocasionais com Collins, alguém que talvez seja o exemplo máximo em termos de profissional de laboratório. "Fiquei impressionada desde nosso primeiro encontro", comentou acerca de Collins. "Ele concordou que algo deveria ser feito e o fez."
O caminho que levaria às últimas decisões começou em junho de 2010, quando o NIH começou a transferir 186 chimpanzés que estavam vivendo "semi-aposentados" em Alamogordo, no Novo México, de volta à vida de utilização em pesquisas. Eles iriam para o Instituto de Pesquisas Biomédicas do Texas.
"Foi isso o que desencadeou todo o movimento", contou Sarah Baeckler Davis, da Aliança de Santuários de Primatas da América do Norte. "Foi quando todos nós começamos a gritar contra a transferência dos chimpanzés."
Os animais tinham sido usados em pesquisas pela Fundação Coulston, na instalação de Alamogordo, fechada após muitas acusações de maus-tratos. A entidade Save the Chimps [Salvem os chimpanzés] trouxe alguns deles para a Flórida, onde existe o maior santuário de chimpanzés da América do Norte. Outros ainda estavam em Alamogordo, mas não estavam sendo usados em pesquisas.
Políticos conhecidos pediram uma revisão da necessidade de utilizar chimpanzés em pesquisas. Outros grupos de defesa dos animais se aliaram à causa.
O NIH cedeu, e Collins pediu ao Instituto de Medicina que realizasse o estudo. Divulgado em dezembro de 2011, o relatório concluiu que há pouquíssima necessidade de chimpanzés em pesquisas médicas. Os chimpanzés, segundo o relatório, devem ser usados apenas em casos necessários para a saúde humana, e, mesmo nessas situações, os animais devem ser abrigados em grupos sociais, com muito espaço e elementos adicionais.
No mês passado, Collins aceitou o relatório do comitê. "Boa parte das pesquisas conduzidas com chimpanzés não se justificavam mais, porque tínhamos outras maneiras de obter as mesmas respostas", disse ele. "Além disso, é preciso levar em conta que chimpanzés são criaturas especiais."
Os ativistas não defendem apenas os chimpanzés. Para Jane Goodall, "uma vez que você admite que não somos os únicos dotados da capacidade de pensamento e de emoção, isso levanta questões éticas sobre como usamos e abusamos de outros seres".
 
 
New York Times/F5.

sábado, 1 de junho de 2013

"FILÓSOFA" MARILENA CHAUÍ, MUSA DO PT, DIZ QUE ODEIA A CLASSE MÉDIA!

“Eu odeio a classe média”, rosnou Marilena Chauí já no início da discurseira que esquentou o debate sobre os 10 anos de governo lulopetista. Quem leva a sério o palavrório da companheirada deve ter imaginado que a confissão seria recebida com urros de indignação pela plateia, que incluía o Grande Mestre e os principais sacerdotes da seita. Se Lula anexou a pobreza à classe média, se Dilma Rousseff jura de meia em meia hora que sonha com um país habitado exclusivamente por gente da classe média, tamanha heresia não ficaria impune, certo? Errado, corrigiram os aplausos entusiasmados dos ouvintes.
O amém sonoro animou a oradora a detalhar os motivos do ódio: “A classe média é o atraso de vida”, desandou a professora de filosofia da USP. “A classe média é estupidez. É o que tem de reacionário, conservador, ignorante, petulante, arrogante, terrorista”. Não é pouca coisa. Mas não era tudo. “A classe média é uma abominação política, porque ela é fascista, uma abominação ética, porque ela é violenta, e ela é uma abominação cognitiva, porque ela é ignorante”, foi em frente a musa do PT.
Quem não se deixa engambelar pelos alquimistas do Planalto, que inventaram a classe média de 500 reais por mês, sabe que os pobres e miseráveis não sobem de categoria social por decreto. Quem não cai em tapeações baratas soube desde sempre que a classe média abrange os que vivem com mais conforto que os desvalidos mas nem imaginam como é vida de rico. É o caso dos professores universitários.
O palavrório eternizado pelo vídeo, portanto, convida o Brasil que pensa a escolher entre pelo menos quatro opções: 1) Marilena saiu da classe média porque ficou pobre; 2) Marilena caiu fora da classe média porque está bilionária; 3) Marilena continua na classe média e resolveu confessar que se odeia; 4) Marilena endoidou faz tempo, tanto assim que vive repetindo que “quando Lula fala o mundo se ilumina”.
Sempre que a bobagem é recitada pela figura que a plaqueta na mesa qualifica de “filósofa”, a coluna trata de corrigi-la: quando o chefe agarra um microfone, o que ocorre é algo muito mais impressionante. Os plurais saem em desabalada carreira, a gramática se refugia na embaixada portuguesa, a regência verbal se esconde no sótão de um casarão abandonado, o raciocínio lógico providencia um copo de estricnina (sem gelo) e os dicionários se apavoram com a iminência de outra selvagem sessão de tortura.
E o que acontece quando Marilena fala? Vocês é que sabem.
 
 
 
 
 
Direto ao Ponto.

Doença rara faz homem acreditar que está morto

Durante nove anos, Graham Harrison, de 57 anos, estava convencido de que havia morrido. Vítima de uma das doenças mais raras do mundo, a Síndrome de Cotard é uma condição de caráter psicológico que faz a pessoa acreditar que está morta ou que parte de seus órgãos não está funcionando. As informações são do Daily Mail.
Também conhecida como Síndrome do Cadáver Ambulante, a doença afeta apenas algumas centenas de pessoas e Harrison fazia parte deste seleto grupo de pacientes. Segundo ele, sua sensação era de não ter cérebro.
— Eu ficava irritado e não entendia como podia falar ou fazer qualquer coisa sem cérebro. Minha mente parecia vazia, não conseguia armazenar qualquer informação e não tinha prazer em fazer as coisas.

  Por não entender como uma pessoa pode estar morta respirando e falando, a equipe médica de Harrison encaminhou o caso para o neurologista Adam Zeman, da Universidade de Exeter, no Reino Unido, e Steven Laureys, da Universidade de Liège, na Bélgica.

Após vários exames, os médicos descobriram que os níveis de atividades em partes do cérebro de Harrison eram tão baixos que quase se igualava a de um paciente em estado vegetativo.
— A função do cérebro dele parecia a de alguém durante o sono ou um período sob efeito de anestesia.
A recuperação de Harrison aconteceu de forma gradual, com anos de psicoterapia, tratamento medicamentoso e apoio familiar.
—Não posso dizer que estou totalmente recuperado, mas me sinto muito melhor agora.




R7