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domingo, 1 de setembro de 2013

Jovens são presos ao tentar enterrar homem vivo

A vítima, resgatada com vida, foi apontada como morador de rua e teria tentado estuprar irmã de um dos acusados.

Dois jovens de 16 e 17 anos, e Paulo Cesar Furtado da Silva, de 18, foram presos no fim da madrugada deste domingo, na praia de Ipanema, ao tentarem enterrar vivo um morador de rua. Policiais do 23º BPM (Leblon) chegaram ao local, na altura do Country Club, por volta de 4h40m, após serem acionados pelo 190.

No momento da prisão, os três acusados terminavam de cavar o buraco, e se preparavam para enterrar a vítima, que estava com um saco plástico na cabeça. Desacordado, o homem, que ainda não foi identificado, foi levado pelo Corpo de Bombeiros para o Hospital Miguel Couto.

Na 14º DP (Leblon), os três acusados teriam dito aos policiais que o homem teria estuprado a irmã de um deles. Dois dos jovens moram em Belford Roxo e o terceiro na Favela do Vidigal. Eles deverão responder por tentativa de homicídio.

Fonte: O Globo

sábado, 1 de junho de 2013

Doença rara faz homem acreditar que está morto

Durante nove anos, Graham Harrison, de 57 anos, estava convencido de que havia morrido. Vítima de uma das doenças mais raras do mundo, a Síndrome de Cotard é uma condição de caráter psicológico que faz a pessoa acreditar que está morta ou que parte de seus órgãos não está funcionando. As informações são do Daily Mail.
Também conhecida como Síndrome do Cadáver Ambulante, a doença afeta apenas algumas centenas de pessoas e Harrison fazia parte deste seleto grupo de pacientes. Segundo ele, sua sensação era de não ter cérebro.
— Eu ficava irritado e não entendia como podia falar ou fazer qualquer coisa sem cérebro. Minha mente parecia vazia, não conseguia armazenar qualquer informação e não tinha prazer em fazer as coisas.

  Por não entender como uma pessoa pode estar morta respirando e falando, a equipe médica de Harrison encaminhou o caso para o neurologista Adam Zeman, da Universidade de Exeter, no Reino Unido, e Steven Laureys, da Universidade de Liège, na Bélgica.

Após vários exames, os médicos descobriram que os níveis de atividades em partes do cérebro de Harrison eram tão baixos que quase se igualava a de um paciente em estado vegetativo.
— A função do cérebro dele parecia a de alguém durante o sono ou um período sob efeito de anestesia.
A recuperação de Harrison aconteceu de forma gradual, com anos de psicoterapia, tratamento medicamentoso e apoio familiar.
—Não posso dizer que estou totalmente recuperado, mas me sinto muito melhor agora.




R7