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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Aécio é aprovado no teste do avião

Aécio Neves (Foto: Arquivo Google)- Isto é uma pegadinha? – espantou-se a mulher ao olhar para o homem sentado na cadeira do corredor da terceira fila do voo 1488 da GOL, que decolaria ontem, no meio da tarde, do aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino a Brasília.
- Pegadinha, como? – perguntou o homem, sorrindo.
- O senhor é a cara de Aécio – observou a mulher.
- Eu sou Aécio – o homem respondeu.
Instalou-se então a confusão, que acabou por atrasar a decolagem. Bem mais da metade dos passageiros que quase lotavam o avião fez questão de cumprimentar o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e de tirar fotos junto com ele.
Outra mulher comentou depois de abraçar Aécio:
- Você está por aqui? Não acredito.
Um homem idoso apertou a mão de Aécio e disse:
- Aécio, é você? Chorei muito quando você perdeu a eleição.
Entre uma foto e outra com o senador, uma jovem tascou:
- Nossa, você é muito bonito. É mais bonito do que na televisão.
A tripulação teve trabalho para conseguir que as pessoas ocupassem seus assentos. Antes que o avião decolasse, por três vezes, e a curtos intervalos, passageiros gritaram o nome de Aécio provocando aplausos.
Na descida do avião em Brasília, o comandante falou aos passageiros por meio do sistema de som:
- A GOL sente-se honrada em transportar o senador Aécio Neves, futuro presidente do Brasil.
Novamente Aécio foi aplaudido. E por último foi aplaudido ao se levantar para desembarcar, olhar para os fundos do avião e dizer:
- Obrigado pelo carinho, pessoal.


Blog do Noblat

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Câmara dos Deputados derruba decreto sobre conselhos populares


Câmara discute projeto que susta efeitos de decreto presidencial (Foto: Fernanda Calgaro / G1)A Câmara dos Deputados derrubou nesta terça-feira (28) o decreto presidencial  que estabelece a consulta a conselhos populares por órgãos do governo antes de decisões sobre a implementação de políticas públicas. A rejeição à proposta ocorre dois dias após a reeleição da presidente Dilma Rousseff e é a primeira derrota do Palácio do Planalto no Congresso após as eleições.


Por meio de votação simbólica, os parlamentares aprovaram um projeto de decreto legislativo apresentado pelo DEM que susta a aplicação do texto editado por Dilma. A discussão da matéria durou cerca de três horas, mas o texto ainda precisa de aprovação no Senado para que o decreto presidencial perca a validade.


O decreto sofreu críticas desde que foi editado pelo Palácio do Planalto, em maio deste ano. A proposta, que institui Política Nacional de Participação Social (PNPS), não cria novos conselhos, mas determinava que os órgãos do governo levem em conta mecanismos para a consolidação "da participação popular como método de governo".
Segundo o decreto, os conselhos devem ser ouvidos “na formulação, na execução, no monitoramento e na avaliação de programas e políticas públicas e no aprimoramento da gestão pública”.

Oposicionistas acusavam o governo de tentar, com o decreto, aparelhar politicamente entidades da administração pública, além de diminuir o papel do Legislativo. Para pressionar a inclusão do tema na pauta, eles ameaçaram travar as votações na Casa até que a matéria fosse a plenário.

Para o líder do DEM, Mendonça Filho (PE), o decreto presidencial é uma “forma autoritária de passar por cima do Congresso”. “Ela [Dilma] propõe ampliar o diálogo com todos os setores, mas impõe, via decreto presidencial, uma consulta aos conselhos. São esses órgãos que vão dar a última palavra”, declarou o líder, fazendo referência ao discurso de Dilma após ser reeleita, em que ela se disse "disposta ao diálogo".

Com a proposta em discussão no plenário, deputados do PT tentaram impedir que a votação fosse adiante, adotando vários mecanismos para obstruir a pauta, como a inclusão de requerimentos para serem votados e a uso da fala na tribuna para estender a sessão.

O líder do partido na Casa, Vicentinho (PT-SP), apresentou vários requerimentos, incluindo pedido de retirada de pauta, adiamento da votação e votação do decreto artigo por artigo. Um a um, porém, todos os requerimentos acabaram derrubados.

Na tentativa de atrasar a votação, parlamentares da base aliada se revezavam no microfone para defender o decreto da Dilma. Entre os defensores da proposta estavam o deputado Afonso Florence (PT-BA), que argumentou que a medida servia “para fiscalizar o Executivo”.

Sibá Machado (PT-AC), que foi um dos que pediram a palavra várias vezes, alegou que o decreto, “em nenhum momento, fere prerrogativas deste Congresso”.

A todo momento, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), intervinha e tentava apressar os discursos. “Não vou permitir esse tipo de manobra”, disse. Mais cedo, antes da sessão, ao comentar a inclusão na pauta de um tema incômodo ao Planalto, Alves negou se tratar de retaliação ao governo.

Nas eleições, Alves disputou o governo do Rio Grande do Norte, mas saiu derrotado. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a gravar propaganda eleitoral para o seu adversário.

“Tem três meses que está na pauta [esse projeto]”, justificou Alves em referência à aprovação, em julho, do pedido de urgência para votar o decreto.


G1

terça-feira, 28 de outubro de 2014

PSDB reúne provas para pedir cassação da candidatura de Dilma

O presidenciável Aécio Neves (PSDB) faz campanha em Minas ao lado de Pimenta da Veiga e Anastasia, candidatos ao governo e senado pelo EstadoDepois de anunciar que acionarão a Justiça por uma investigação rigorosa sobre indícios da utilização dos Correios em benefício da campanha da presidente-candidata Dilma Rousseff, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, e o candidato tucano ao governo de Minas Gerais, Pimenta da Veiga, começaram a reunir provas para pedir a cassação dos registros de candidatura da petista e do candidato do PT ao governo de Minas, Fernando Pimentel.

Os tucanos vão recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um pedido de investigação judicial eleitoral e ao Ministério Público Federal para que as duas instituições apurem se os Correios boicotaram deliberadamente o envio de malotes de campanha de Aécio como forma de favorecer a presidente-candidata na corrida presidencial.
As denúncias levantadas pelos tucanos levam em conta depoimentos de eleitores que não receberam material de campanha de Aécio mesmo após o candidato ter contratado o serviço, no dia 25 de agosto. Neste contrato, estava prevista a distribuição de 5.634.000 santinhos de Aécio no interior de Minas, base de apoio do candidato e colégio eleitoral considerado prioritário para a candidatura tucana. Pelo documento, os kits de campanha deveriam ser entregues até o dia 10 de setembro e, em alguns casos, a 100% da população de cidades pequenas e médias em Minas, como o município de Esmeraldas, com cerca de 60.000 habitantes.
O corpo jurídico da campanha de Aécio já conseguiu mapear pelo menos 1.000 endereços, contratados como destino dos malotes pelo tucano, em que eleitores confirmam que não receberam qualquer material de campanha do PSDB. A campanha reúne depoimentos e dados pessoais dos eleitores supostamente lesados pelos Correios, para embasar os pedidos de cassação dos registros de candidatura. De acordo com o candidato Aécio Neves, que cumpriu agenda nesta quarta-feira nas cidades de Mogi das Cruzes (SP), Juiz de Fora (MG) e Governador Valadares (MG), uma das provas seria a afirmação dos Correios de que poderiam “reenviar” o material. Para ele, isso seria a admissão de que a empresa pública reteve os kits de campanha e não os distribuiu aos eleitores, conforme contratado. Com base nesses indícios, a campanha do PSDB aponta que já existem evidências de abuso de poder político e econômicos, desvio da autoridade dos Correios e utilização de empresa pública em benefício de partidos e candidatos.

Antes de carreata na cidade de Governador Valadares, Aécio insinuou que as suspeitas de uso político dos Correios são como um novo capítulo de um grande esquema de desvirtuamento de instituições públicas, a exemplo do que já aconteceu com a descoberta de um esquema milionário de corrupção na Petrobras. “As denúncias em relação à utilização da empresa dos Correios são extremamente graves. Estamos recebendo centenas de denúncias. Se se comprovar isso, é um crime sem precedentes na história política de Minas”, disse.
“É um escândalo. Agora são os Correios. Antes era a Petrobras”, criticou o candidato do PSDB ao governo de Minas. O tucano, que foi ministro das Comunicações no governo FHC e, portanto, hierarquicamente superior aos Correios, disse que há evidências de “uso despudorado” da empresa pública para fins eleitorais.
O tom das acusações do PSDB sobre a estatal subiu após divulgação de vídeo, pelo jornal O Estado de S. Paulo, em que o deputado estadual Durval Ângelo (MG) diz que a presidente-candidata Dilma Rousseff só chegou à liderança nas intenções de voto porque “tem dedo forte dos petistas nos Correios”.  “Não basta fazerem o que fizeram na Petrobras. Essa forma de governar do PT, se apropriando do Estado como se fosse seu patrimônio, tem que ser encerrada e os responsáveis exemplarmente punidos”, afirmou Aécio em agenda na cidade de Juiz de Fora.


Veja

sábado, 18 de outubro de 2014

AÉCIO NEVES: “JATENE É UM DOS POLÍTICOS MAIS PREPARADOS QUE CONHEÇO“

“A eleição de Jatene é uma oportunidade única para o Pará, porque pela primeira vez ele terá um presidente da república que conhece a realidade da Região Amazônica e que será um parceiro para o desenvolvimento do Estado”, afirmou o senador e candidato a presidência da república pela coligação “Muda Brasil”, Aécio Neves, durante o encontro com Jatene, candidato a reeleição ao governo do Pará pela coligação “Juntos com o Povo”. Durante a reunião que aconteceu em São Paulo, no início da noite desta quarta-feira, um dos temas abordados foi a visita de Aécio Neves à Belém, que deverá acontecer na próxima segunda-feira, 20, ainda sem local definido.
Outro tema abordado na reunião foram os projetos de obras no Pará, em parceria com o governo federal, para os próximos quatro anos, como o derrocamento do Pedral de Lourenço, a conclusão da pavimentação da BR 163 e projetos de mobilidade urbana. Para Aécio Neves esse pleito é uma oportunidade única para o povo paraense que pode ter Jatene governando pela primeira vez o Estado com o apoio total de um presidente da República que conhece a situação da Região Amazônica. “O Pará e Minas Gerais são estados que possuem o minério como uma das matrizes econômicas. Sabemos da necessidade da verticalização do minério, de transformarmos a nossa riqueza em condições melhores para a nossa gente”, explicou Aécio se referindo a oportunidade de novos negócios nesse setor.
Aécio Neves, que lidera as últimas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República,  disse ainda, que Jatene é um dos mais preparados homens públicos do País. “Jatene é um dos políticos mais preparados que conheço e vai ser meu grande parceiro para juntos permitirmos que o desenvolvimento chegue ao Pará com mais rapidez. Ele também vai me ajudar a ter uma visão mais atualizada e mais contemporânea da Região Amazônica”, afirmou Aécio Neves que também gravou com Jatene o programa eleitoral obrigatório.
Jatene falou da expectativa com a eleição e da oportunidade de governar tendo Aécio Neves, como presidente. “Ele vem de Minas, um Estado que tem a matriz econômica semelhante a do Estado do Pará. Temos falado há algum tempo que a única forma do Pará contribuir efetivamente e de modo legítimo para o desenvolvimento brasileiro é com seu próprio desenvolvimento. Já estive governador uma vez, estou mais uma vez agora, mas não tive a oportunidade de ter um presidente aliado, um presidente irmão, parceiro, um presidente que esteja disposto a unir forças no sentido de enfrentar os nossos grandes desafios que são a pobreza e a desigualdade. E dessa vez essa oportunidade é real”, afirmou Jatene.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

O MUNDO PEDE AÉCIO NEVES! "THE ECONOMIST" DEFENDE VOTO NELE!

A revista britânica "The Economist" afirma em sua edição mais recente que o candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, é o mais preparado para fazer o país retomar o crescimento. A reportagem é o tema da capa da publicação, que traz o título "Por que o Brasil precisa de mudança".
"Aécio Neves merece ganhar. Ele fez uma campanha obstinada e provou que pode fazer suas propostas econômicas funcionarem. A maior ameaça para os programas sociais é a má gestão econômica do PT", diz o texto.

A revista relembra que, no governo de Fernando Henrique Cardoso, na década de 1990, "o PSDB venceu a inflação e lançou as bases para o progresso recente do Brasil". 

Já em 2010, quando Dilma foi eleita, "o Brasil parecia finalmente estar chegando à altura de seu enorme potencial", apresentando crescimento elevado e redução da pobreza, diz a The Economist.

"Mas, quatro anos depois, a promessa desapareceu. Com Dilma Rousseff, a economia estagnou e o progresso social diminuiu. Deixando de lado as sanções impostas à Rússia, o Brasil tem, de longe, o mais fraco desempenho entre os países emergentes do Bric (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China)."

A revista aponta falhas graves no governo da candidata do PT, como a interferência na política macroeconômica e no setor privado, que afugentaram os investimentos, a infraestrutura deficiente e a burocracia gigantesca. A maioria dos brasileiros - afirma o editorial - ainda não sentiu os reflexos desses erros no dia a dia, "mas logo sentirão".

O escândalo de corrupção na Petrobras também é lembrado no texto, que alerta que o PT não é digno de confiança para conduzir a estatal, "uma joia nacional".

Já a administração de Aécio em Minas Gerais e sua equipe econômica são elogiados pela revista. 

"Em dois mandatos como governador, Aécio Neves transformou Minas Gerais, saindo de uma situação de caos financeiro a exemplo de boa administração, com algumas das melhores escolas do país. Ele fez isso em grande parte, cortando a burocracia. Ele tem uma equipe impressionante de conselheiros liderados por Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, que é respeitado por investidores."

A revista relembra que as propostas de Aécio vão beneficiar todos os brasileiros, de todas as classes sociais. "Ele promete colocar o país de volta no caminho do crescimento econômico. Seu histórico e o de seu partido tornam isso crível.".


Aécio Neves Notícias.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

INTELECTUAIS DO GRUPO MARINA DIVULGAM CARTA A FAVOR DE AÉCIO

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Intelectuais que fizeram campanha pela candidatura de Marina Silva à Presidência não perderam tempo e já divulgaram uma carta de apoio ao presidenciável tucano Aécio Neves, que enfrentará a presidente Dilma Rousseff no 2° turno.
No texto, eles alegam que "é preciso dar um basta à conivência com a corrupção e aos retrocessos que marcaram a ação do governo nos últimos anos".
Assinaram a nota nomes como o do historiador Boris Fausto, os economistas Gustavo Franco, Edmar Bacha e Pedro Malan, o poeta Antonio Cícero, o escritor Eduardo Portella e o diplomata Luiz Felipe Lampréia.
Leia, a seguir, a íntegra da carta:
Apoiamos Aécio Neves porque a sociedade brasileira quer mudanças. Porque é preciso dar um basta à conivência com a corrupção e aos retrocessos que marcaram a ação do governo nos últimos anos: a confusão entre partido e Estado e a cooptação de organizações da sociedade civil. Porque a democracia requer valores republicanos e exige o respeito às diferenças políticas, culturais e individuais. Apoiamos Aécio Neves porque a estabilidade e o crescimento econômicos são condições indispensáveis para que a redução das desigualdades seja efetiva, e a retomada do desenvolvimento seja sustentável. Porque queremos que as pessoas realmente se emancipem da ineficiência e das distorções dos serviços públicos, da pobreza que amesquinha seus horizontes e da falta de acesso a direitos fundamentais em áreas prioritárias como educação, saúde e segurança pública.

Fonte: Brasil 247.