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sexta-feira, 17 de abril de 2015

DELEGADO DESABAFA SOBRE TRAVESTI CRIMINOSO

‪#‎NãoSomosVerônica‬ 

A verdade precisa ser dita!

"No dia 10/04 o sr. Charleston, conhecido como Veronica, tentou matar à pauladas a idosa Laura, de 73 anos de idade. Repito: 73 anos de idade. Na oportunidade, ele também agrediu os policiais militares que o detiveram e ainda agrediu outros dois homossexuais, sendo um deles um transexual conhecido como BEATRIZ. Por este motivo, Charleston (ou Veronica) foi preso em flagrante por homicídio tentado. Dois dias após, no dia 12/04, o carcereiro, ao abrir a cela onde estava o sr. Charleston, foi atacado e teve a orelha arrancada por este à dentadas. Houve luta corporal e foi preciso o uso de força física para fazer cessar a conduta de Charleston. Toda esta toada, resultou no seguinte cenário:
a) A idosa Laura, de 73 anos, permaneceu internada para tratar os traumas no crânio.
b) O carcereiro, teve que ser internado e passou por cirurgia para reconstrução de sua orelha (sem sucesso) e;
c) O senhor Charleston, conhecido como Verônica, teve o rosto machucado pela intervenção dos policias que o contiveram.
Seria mais uma história de violência de nossas cidades, se não fosse um detalhe: Hoje, alguns movimentos de esquerda e de defesa LGBT estão se manifestando em defesa de Verônica e lançaram a campanha: "SOMOS TODOS VERÔNICA"! Até a revista de esquerda FORUM, se manifestou em apoio ao transexual. Enquanto isso, esses mesmos não demonstram qualquer preocupação a respeito do carcereiro que perdeu a orelha ou da idosa que quase foi morta à pauladas. Outra coisa que causa perplexidade é que também não se importaram com o transexual que tentou salvar a idosa e é conhecido como Beatriz, o qual também foi agredido e machucado.
Carcereiro teve a orelha arrancada por Charleston
Notem que a revista Forum, alguns militantes de esquerda e alguns grupos em defesa do movimento LGBT preferiram se preocupar em defender o transexual que tentou MATAR a idosa ao defender o transexual que tentou SALVAR a vida da idosa e se machucou. Defendem mais o transexual que tentou ser HOMICIDA, do que o transexual que tentou ser HERÓI. Além, é claro, como já foi dito, de não se preocupar com a idosa ou o carcereiro que perdeu a orelha. Claro que não! Eles sempre estão preocupados em achar uma vítima da Polícia ou da Sociedade branca cristã e heterosexual, se aproveitando nojentamente, assim, do vitimismo alheio de quem eles convencem ser oprimidos.
A revista mentiu em falar que Charleston teve o cabelo raspado, pois ele usava peruca. A revista também mentiu em dizer que Charleston foi despido, pois este estava nú quando atacou a idosa (segundo o próprio "depoimento" desta).
Eu já me acostumei com a total falta de apoio e da inversão de valores que os policias sofrem neste país, motivo pelo qual, não me surpreendeu muito o total abandono do policial que perdeu a orelha. O que me surpreendeu neste caso foi que, além do policial, ninguém se preocupou em saber o estado de saúde de uma idosa de 73 anos, que poderia ser mãe ou avó de muitos dos que estão lendo este texto.
Isso tudo só demonstra o quanto nossa sociedade está doente e influenciada por movimentos preocupados em defender apenas membros de minorias, sejam qual for a situação em que eles se encontrem, estando eles certos ou não, sejam eles criminosos ou não. Estes movimentos não defendem todos os humanos, mas apenas alguns humanos: os que pertencem a grupos vulneráveis e taxados oprimidos. Então, porque usar a nomenclatura "direitos humanos"? Vivemos uma época em que se preocupam, primeiramente, com as peculiaridades de cada um e não com os seus atos praticados. Investiga-se, antes de tudo, se a pessoa que se envolve em algum evento, pertence a algum grupo vulnerável, o que caso se concretize, passa a dar a esta pessoa uma presunção de isenção de culpa e um status de oprimido. Se a outra parte for policial então, a presunção é inversa.
O criminoso Charleston, deu lugar à vítima Verônica. Numa absurda inversão de valores, deixam de se preocupar com as ações que Charleston praticou e passam a se preocupar com as ações que Verônicas sofreu. Esquecem do criminoso e passam a enxergar o transexual, como se isso importasse, afinal de contas, criminoso é criminoso, seja ele gay ou heterossexual.
A ação praticada pelo agente não interessa mais, mas sim se este possui certas características pessoais como ser negro, homossexual, favelado e a maior delas: NÃO SER POLICIAL, pois nesse caso, a presunção é invertida e envereda sempre para a culpa.
A Polícia não é contra gays e transexuais. A Polícia é contra criminosos.
Eu não sou contra gays e transexuais. Apenas sou a favor de gays e transexuais corretos, que neste caso é a esquecida BEATRIZ, abandonada por seus próprio pares."

Por: Fernando Santiago - Delegado da Polícia Civil de São Paulo.


Charleston, o criminoso.



quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Aluno crava lápis na cabeça de colega durante briga em escola

Jovem de 13 anos foi parar no hospital com lápis na cabeça (Foto: Arquivo Pessoal)
Lápis ficou cravado na cabeça de garoto
(Foto: Arquivo Pessoal)
Um garoto de 12 anos teve um lápis cravado em sua cabeça durante uma discussão com o colega de 13 anos, nesta terça-feira (2). O fato ocorreu na escola Tancredo de Almeida Neves, no bairro Sobral, em Rio Branco. A vítima foi atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde teve o objeto removido.
De acordo com a direção da escola, a briga começou porque um dos meninos acusou o outro de 'colar' as atividades em sala de aula. "O professor mandou terminar a discussão e quando virou para escrever no quadro, um dos meninos deu um murro no outro. Na sequência, o que tinha levado o murro e estava com o lápis na mão, revidou", relata o diretor Antônio Ari Araújo de Sousa.
O diretor afirma que todos ficaram chocados, porque nenhum dos alunos tinha histórico de violência. "A gente não esperava, nossa escola não tem esse histórico desse tipo de violência. Os pais foram comunicados. São dois alunos que nunca nem imaginamos se envolver nesse tipo de problema", afirma Sousa.
Os dois estudantes devem retornar às aulas na próxima semana. Uma reunião com o Conselho Escolar foi marcada para a próxima segunda-feira (8) e irá analisar o caso de acordo com o regimento interno. "Vamos conversar com os pais, com o conselho da escola para depois tomar uma decisão. Temos que lidar com prudência nesses casos", ressalta o diretor.

G1.

terça-feira, 7 de maio de 2013

MÉDICO QUE AGREDIU COLEGA DE PROFISSÃO EM SANTARÉM É COSTUMADO A ABANDONAR PLANTÃO!

MÉDICO QUE AGREDIU COLEGA DE PROFISSÃO É ACOSTUMADO A ABANDONAR O PLANTÃO PARA DORMIR!
 
Depois da ampla divulgação do caso de agressão ocorrido no Hospital Municipal de Santarém na última quinta (02/05), algumas pessoas procuraram este Blog para defender o médico Fábio Paixão, vítima de agressão física e verbal por parte do também médico Eron Dantas, irmão de Eros.
 
De acordo com as informações passadas, tanto Eros quanto Eron são acostumados a abandonar seu posto de trabalho para dormir, deixando pacientes sem atendimento.
 
A raiva de Eron Dantas ao agredir o Dr. Fábio Paixão e por não poder mais ficar "de boa" na hora do trabalho.
 
Eros Dantas, médico e irmão de Eron, também não fica atrás. Basta abrir uma brecha que ele sai correndo para casa ou outro lugar. Tudo isso era muito comum na gestão passada. Hoje é diferente, para a infelicidade dos fujões!
 
A questão aqui é que o Dr. Fábio descobriu a falcatrua dos irmãos fujões e, fazendo a coisa certa, chamou atenção.
 
A atitude do médico Eron em agredir fisicamente o colega foi AMPLAMENTE DESAPROVADA PELAS PESSOAS DE BEM QUE ALI TRABALHAM E PELOS PACIENTES.
 
O Código de Ética Médica diz:
 
CAPÍTULO I
 
PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS
 
XVIII - O médico terá, para com os colegas, respeito, consideração e solidariedade, sem se eximir de denunciar atos que contrariem os postulados éticos.
 
 
Capítulo VII
 
RELAÇÃO ENTRE MÉDICOS
 
É VEDADO AO MÉDICO:
 
Art. 50. Acobertar erro ou conduta antiética de médico.
 
Art. 57. Deixar de denunciar atos que contrariem os postulados éticos à comissão de ética da instituição em que exerce seu trabalho profissional e, se necessário, ao Conselho Regional de Medicina.
 
PORTANTO, FICA CLARO QUE O DR. FÁBIO PAIXÃO FEZ A COISA CERTA AO REPREENDER A CONDUTA IRREGULAR DOS MÉDICOS FUJÕES!
 
A POPULAÇÃO SANTARENA ESTÁ CANSADA DE SER TRATADA COMO LIXO POR PROFISSONAIS INCOMPETENTES!
 
PARABÉNS AO DR. FÁBIO PAIXÃO POR TER A CORAGEM DE MOSTRAR QUEM SÃO ESSES MÉDICOS QUE NÃO RESPEITAM SEUS PACIENTES.
 
 
 
 
 
BLOG DO ELIELSON REZENDE.