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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

TRAIDOR DOS PARAENSES HELDER BARBALHO LIBERA CONSTRUÇÃO DE PORTO NO MARANHÃO E ESQUECE O PARÁ

Helder Barbalho, Ministro traidor do Pará.
(Fonte: RBJ)


Sem qualquer pingo de vergonha na cara e confirmando o sangue que corre em suas veias, o Ministro dos Portos, Helder Barbalho, libera a construção de um novo Terminal de Uso Privado (TUP) em São Luís, no Maranhão, a ser operado pela WPR São Luís Gestão de Portos e Terminais, do grupo WTorres, em um investimento de cerca de 780 milhões de reais.

Já operam na região o Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), que começou suas atividades no local em março do ano passado, e a VLI, empresa de logística que tem a Vale como principal acionista.

Esta atitude deixou o povo do Pará, terra natal de Helder Barbalho, revoltado. O ministro foi candidato a Governador em 2014, sendo derrotado por Simão Jatene. Mesmo assim, recebeu um "presentinho" de Dilma Rousseff, quando foi chamado para assumir o Ministério da Pesca, já extinto, sendo transferido para o Ministério dos Portos.

BRINCADEIRA DE COMADRES

Como já era de se esperar, Helder Barbalho liberou a construção deste porto para tentar ressuscitar a família Sarney, do mesmo partido que Helder, PMDB, e amigo íntimo de seu pai, o multiprocessado Jader Barbalho.

Esta falta de respeito com o povo paraense custará a Helder Barbalho sua carreira política e de toda a sua família. Pai, mãe, primos e primas do Ministro serão banidos do poder pelo povo, de acordo com os comentários nas ruas e nas redes sociais.




Elielson Rezende, com informações do G1 - Maranhão.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Senador Jader Barbalho pegou propina do petrolão

Foto: Tarso Sarraf/ Arquivo O Liberal
Foto: Tarso Sarraf/ Arquivo O Liberal
Em delação premiada na Operação Lava Jato, o lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, citou ontem os nomes do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do senador Jader Barbalho (PMDB-PA), do senador Delcídio Amaral (PT-MS) e do ex-ministro Silas Rondeau, também filiado ao PMDB, como supostos beneficiários de propina referente à contratação de um navio-sonda da Petrobras. As acusações do lobista durante a delação foram divulgadas em reportagens do Jornal Nacional e do jornal Valor Econômico. O depoimento foi inserido no inquérito em que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é investigado por receber propina referente à contratação de dois navios-sonda da Petrobras – Petrobras 10.000 e Vitória 10.000. 
Segundo Baiano, houve um acordo entre os quatro políticos. O acerto envolvia um pagamento inicial de US$ 4 milhões para os envolvidos. Entretanto, após o encerramento do contrato, o valor final da propina ficou em US$ 6 milhões. O valor, no entanto, teria sido dividido pelo lobista Jorge Luz, paraense que tem ligações estreitas com a família Barbalho. No meio empresarial, inclusive, Luz é apontado como o maior lobista do País e de maior influência dentro da Petrobras. Ganhou esse status após trabalhar para o governo Jader Barbalho, em 1982, e para o seu sucessor, Carlos Santos.
O lobista manteria até hoje uma empresa de consultoria em Belém, atuando no setor elétrico e no ramo da construção civil, mas é mais conhecido no Rio de Janeiro, onde costuma desfilar pela Barra da Tijuca, bairro nobre onde ele reside, a bordo de uma Ferrari. Fernando Baiano é um discípulo de Jorge Luz e a cada depoimento indica que o paraense é a peça-chave do quebra-cabeça do petrolão.
Ainda no depoimento da delação de ontem, Baiano relatou que o acordo teria ocorrido em 2010 e pelo o que sabia, até então, Eduardo Cunha não teria conhecimento do pagamento desses valores aos senadores do PMDB. O lobista explicou que Cunha pediu sua ajuda para fazer caixa para a campanha de 2010. A solução encontrada por Baiano e Cunha foi cobrar o empresário Julio Camargo, outro delator do esquema de corrupção na estatal. Parte do dinheiro seria destinada a Cunha, segundo Baiano.
O delator disse a Cunha que Julio Camargo lhe devia US$ 16 milhões, propina referente à compra de dois navios-sonda pela Petrobras. O dinheiro deveria ser repassado pelas empresas Samsung e Mitsui. “Em um primeiro momento, disse a Eduardo Cunha inclusive que teve pagamentos para políticos do PMDB por intermédio de Jorge Luz, referente a primeira sonda; que inclusive fez menção ao nome dos políticos Renan Calheiros e do Jader Barbalho, como destinatários de parte dos valores referentes à primeira sonda”, escreveram os investigadores. “Até então Eduardo Cunha não sabia, ao que o depoente saiba, do pagamento de tais valores para os políticos do PMDB”, completa.
Neste depoimento, o lobista ainda detalhou outra participação do senador Delcídio Amaral no esquema de propina, que segundo ele, recebeu US$ 1,5 milhão pela compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. O negócio foi feito pela Petrobras em 2006 e rendeu um prejuízo de US$ 790 milhões aos cofres da estatal. Esta é a segunda vez que o nome de Delcídio aparece em depoimentos da Operação Lava Jato. Em março deste ano, o Supremo Tribunal Federal decidiu arquivar uma investigação contra o senador.
Ao Jornal Nacional, Delcídio Amaral respondeu em nota que considera absurda a menção de Baiano na delação. “Além de absurdo, é muito estranho que meu nome tenha sido novamente citado nessa investigação, colocado numa época em que eu era considerado ‘persona non grata’ por todos que estavam sendo investigados pela CPMI dos Correios, cuja presidência exerci exatamente nesse período (2005/2006)”, afirmou.
Apesar disso, o senador lembrou que conheceu Fernando Baiano. “Fui apresentado ao senhor Fernando Soares, na década de 90 pelo empresário Gregório Marin Preciado, e, depois dessa época, nunca mais o vi nem tive nenhum tipo de contato com o mesmo”, disse.
Jader Barbalho afirmou que não conhece Fernando Soares e disse que não era senador na época da denúncia. Renan Calheiros também negou as acusações de Fernando Baiano. O senador afirmou em nota que não conhece o lobista e “que não delegou a ninguém falar no nome dele em qualquer circunstância”. Os advogados de Jorge Luz e o ex-ministro Silas Rondeau não foram encontrados para comentar as denúncias.

ORM.

sábado, 17 de outubro de 2015

Lula, Dilma, Barbalho e Calheiros até o pescoço no Petrolão

Em sua delação premiada, Fernando Baiano contou que o esquema de corrupção na área internacional da Petrobras começou em 2006, no governo Lula, envolveu os senadores Renan Calheiros (PMDB), Delcídio Amaral (PT), Jader Barbalho (PMDB) e o ex-ministro Silas Rondeau, que, após o mensalão, substituiu a então ministra Dilma Rousseff no cargo
Em sua delação premiada, Fernando Baiano contou que o esquema de corrupção na área internacional da Petrobras começou em 2006, no governo Lula, envolveu os senadores Renan Calheiros (PMDB), Delcídio Amaral (PT), Jader Barbalho (PMDB) e o ex-ministro Silas Rondeau, que, após o mensalão, substituiu a então ministra Dilma Rousseff no cargo(Cristiano Mariz/VEJA)
O ex-presidente Lula se reuniu no fim de junho com os líderes do PT e do PMDB, em Brasília. O encontro ocorreu na casa de Renan Calheiros, presidente do Senado. Acossado pelo petrolão, o maior escândalo de corrupção da história do Brasil, Lula saiu-se com a tática que sempre adotou, com sucesso, nesses casos: arrastar mais gente para o seu lado, na tentativa de tornar o grupo maior do que a boca do abismo que o ameaça. Lula disse aos presentes que toda a primorosa investigação da Polícia Federal secundada pelo trabalho implacável dos procuradores federais e de juízes de diversas instâncias não passa de uma "campanha para desmoralizar a classe política". Lula chamou de arbitrários o juiz Sergio Moro e os demais responsáveis pela Operação Lava-­Jato. "O país foi sequestrado pelo Moro. Temos de reagir no Supremo Tribunal Federal", concordou José Sarney, o ex-­presidente cuja filha, Roseana, é investigada no caso. Obviamente o objetivo da reunião na casa de Renan não foi arrancar o país das garras do arbítrio e devolvê-lo à normalidade democrática. O objetivo foi encontrar um jeito de restaurar a velha ordem da impunidade para os poderosos da República que a Lava-Jato ameaça contrariar pela primeira vez em nossa história.
Em comum, muitos dos participantes da reunião tinham, além do fervor republicano, o fato de estarem na boca dos delatores da Lava-Jato como beneficiários do dinheiro desviado da Petrobras. Até mesmo Delcídio Amaral, líder do governo no Senado, que participou da reunião, acabou enlaçado no escândalo. Lula, Renan e Delcídio foram listados como beneficiários do petrolão pelo lobista Fernando Soares, o Fernando "Baiano". Em sua delação premiada ao Ministério Público, Baiano declarou ter pago a José Carlos Bumlai, compadre de Lula, 2 milhões de reais em propina, cujo destinatário final seria uma nora do ex-presidente. Comparsa de petistas e peemedebistas, Baiano narrou minuciosamente como intermediou propina para as lideranças dos dois partidos. Tudo custeado pelos cofres da Petrobras. Tudo registrado em um documento de dezesseis páginas obtido por VEJA, no qual o delator, condenado a dezesseis anos e um mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, relata em detalhes sua atuação a serviço do PT e aliados no assalto à Petrobras.
Veja.


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

SAIBA QUEM É O PAI DE HELDER BARBALHO

Jader Barbalho sendo preso. (Foto: reprodução)

Jader Barbalho mais uma vez envergonha o Estado do Pará. Desta vez terá que devolver 12 milhões de reais aos cofres públicos. Confira como o pai de Helder Barbalho, candidato ao governo do Pará, consegue manchar um Estado inteiro:


BANPARÁ

Envolvimento
Era governador do Pará na época dos desvios e foi quem mais se beneficiou do esquema criminoso. Além dos 2,5 milhões de reais do Banpará recebeu mais de 8 milhões de outras fontes além de lucros obtidos com aplicações financeiras. Recebeu cerca de 10,3 milhões de reais. Foram 51 depósitos em sua conta, entre novembro de 1984 e setembro de 1988. Em seu maior saque, ocorrido em junho de 1987, o senador pegou o equivalente a 9,9 milhões de reais.
O que aconteceu
A ação só chegou à Justiça em 2004, quando o STF aceitou a denuncia de peculato contra o senador. Há grandes chances de Barbalho escapar do processo, já que no entendimento de alguns ministros a pena já estaria prescrita desde o ano 2000. Acusado também de participação em fraudes na extinta Sudam (Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia) quando era presidente do Senado, viu-se obrigado a renunciar ao mandato em 2001. Voltou à política já no ano seguinte como deputado federal, reelegendo-se em 2006. Renunciou ao cargo em 2010 a dois meses de terminar o mandato. No mesmo ano foi eleito senador com aproximadamente 1,8 milhão de votos, mas não assumiu a cadeira no Parlamento devido à divergência no Supremo Tribunal Federal quanto à validade da lei da ficha-limpa. Em dezembro de 2011 foi autorizado pelo ministro Cezar Peluso, que se valeu do voto de qualidade, para desempatar o julgamento que impedia Jader de tomar posse.

SUDAM
Envolvimento
Até outubro de 2000, o senador Jader Barbalho conseguira construir, em três décadas de vida pública, um patrimônio avaliado em 30 milhões de reais. Desde então, o político — dono de prédios comerciais, fazendas, rebanhos, avião e emissoras de rádio e televisão no Pará — respondeu a diversos inquéritos e processos por desvio de dinheiro público, nunca tendo sido condenado. Havia acabado de assumir a presidência do Senado quando foi acusado de envolvimento nas fraudes à Sudam. Indicou superintendentes da autarquia que foram posteriormente afastados por corrupção e foi sócio de José Osmar Borges, o maior fraudador da Sudam, na Agropecuária Campo Maior. A empresa existiu por dois anos e passou pelas mãos de diversos donos até ser anexada à fazenda Rio Branco, pertencente a Jader, que lucrou nada menos que 1,1 milhão de reais na operação de compra e venda do terreno. Além disso, sua mulher foi apontada como dona de uma das empresas envolvidas no esquema de fraudes na  autarquia.
O que aconteceu
Na esteira da crise, decidiu renunciar à presidência do Senado, em julho de 2001. Pouco depois, abdicou também do mandato, a fim de evitar a cassação. Chegou a ser preso em fevereiro de 2002, mas ficou apenas 11 horas na cadeia, tendo se beneficiado de um habeas corpus. No mesmo ano, foi eleito deputado federal, e reeleito em 2006. Renunciou ao mandato pouco antes de encerrá-lo, para concorrer ao Senado. Foi eleito em 2010, com 1,8 milhão de votos, mas não tomou posse em 1º de janeiro de 2011 – foi barrado pela Lei da Ficha Limpa por ter renunciado ao mandato em 2001. Em dezembro de 2011, o Supremo Tribunal Federal o liberou para assumir o cargo.
Em julho de 2013, a Justiça Federal no Tocantins condenou o senador a devolver 2,2 milhões de reais à União por envolvimento no esquema. Se mantida a condenação, porém, o valor a ser devolvido pode chegar a cerca de 10 milhões de reais por causa da correção monetária e da incidência de juros. De acordo com decisão do juiz de primeira instância Waldemar Claudio de Carvalho, da 2ª Vara da Seção Judiciária do Tocantins, Barbalho foi condenado por “ter se locupletado” com verbas federais. O magistrado entendeu que o senador aumentou sua fortuna ao receber 20% de propina de um contrato de 18,1 milhões de reais firmado entre a Sudam e a empresa Imperador Agroindustrial de Cereais S/A. O juiz decidiu que Barbalho “de fato solicitou e recebeu” a propina de 2,2 milhões de reais por ter intermediado o financiamento com servidores e apadrinhados políticos instalados na Sudam. Além de Barbalho, o juiz condenou mais dez réus das empresas envolvidas no esquema. Eles deverão pagar os 11,1 milhões de reais, além de multa de 10% sobre o valor. Todos os réus estão com os bens bloqueados para pagamento das multas.

Foi esta criação que Helder Barbalho teve. Agora, o cheiro de naftalina vencida volta a assombrar o Pará.

Helder Barbalho. Filho de peixe... (Foto: reprodução).
Veja.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

JADER E HELDER BARBALHO SÃO DESMASCARADOS!!! VEJA O VÍDEO!!!




MAIS UMA VEZ A FAMÍLIA BARBALHO MENTE DESCARADAMENTE PARA O POVO PARAENSE.
DESTA VEZ, FORAM PEGOS PELA VERDADE!

ASSISTA AO VÍDEO E VEJA A CARA DE PAU DOS BARBALHOS:





NÃO SE DEIXE ENGANAR POR HELDER BARBALHO E SUA FALSA SIMPATIA. ELE É TÃO CORRUPTO QUANTO O PAI.



Blog do Elielson Rezende, com informações de Jatene45.com.br


domingo, 7 de setembro de 2014

DE SUDAM À PERERECA: CONHEÇA A VERDADE SOBRE O IMPÉRIO DOS BARBALHOS


Documentário que mostra a trajetória política Brasileira e seus abusos de poder devido a corrupção generalizada que assola o país.
Um registro eterno da luta de um dos maiores advogados do Pará, Paulo Lamarão na sua luta incansável em denunciar o estereotipo do político brasileiro, Jader Barbalho, e a falta de uma justiça íntegra devido o emparelhamento promovido pelos partidos no poder e a corrupção dos juízes, deixando o país a beira da barbárie.



PARA QUEM QUER AMPLIAR OS CONHECIMENTOS SOBRE OS ABUSOS DO BANDIDO Jader Barbalho: QUADRILHEIRO-POLITIQUEIRO DO PARÁ, ASSISTA A ESTE VÍDEO MUITO ESCLARECEDOR!!!

ESTE FILME MOSTRA A TRAJETÓRIA POLÍTICA BRASILEIRA E OS ABUSOS DE PODER DEVIDO À CORRUPÇÃO GENERALIZADA QUE ASSOLA O PAÍS!
UM REGISTRO ETERNO DE UM DOS MAIORES ADVOGADOS DO PARÁ, DR. PAULO LAMARÃO, NA SUA INCANSÁVEL LUTA EM DENUNCIAR O ESTEREÓTIPO DO POLÍTICO BRASILEIRO, Jader Barbalho, E A FALTA DE UMA JUSTIÇA ÍNTEGRA DEVIDO AO EMPARELHAMENTO PROMOVIDO PELOS PARTIDOS NO PODER E A CORRUPÇÃO DA MAIORIO DOS JUÍZES, DEIXANDO O BRASIL À BEIRA DA BARBÁRIE!!!




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